terça-feira, 20 de outubro de 2009

PRECISAMOS DE UNIDADE E OBJETIVOS COMUNS


Vivemos um momento muito especial para que possamos melhorar as nossas instituições militares e as vidas dos nossos militares estaduais. A única saída para a melhoria das condições de trabalho, salários e condição social da nossa categoria é a união em torno de um único objetivo.

Essa união poderá marcar uma nova era dos militares cearenses, quando nossas associações, estanques e individualizadas, passarem a representar legitimamente os militares do Estado do Ceará. Juntos somos fortes. Dispersos somos insignificantes.

Irmãos militares. Devemos iniciar um processo de formação política focado em objetivos a curto, médio e longo prazo. E todos esses aspectos passam pela formação da Associação dos Militares do Estado do Ceará.

Não seremos mais meia dúzia. Seremos quase 15.000 pessoas focadas em metas institucionais e propensas a enfrentar os desafios impostos à nossa existência.

Nós merecemos isso.

Um comentário:

  1. Tenho assistido, ao longo desses meus 18 anos de profissão, a um desordenado processo de seleção dos nossos irmãos de farda.

    De repente, às vésperas das eleições, dezenas se precipitam - essa é a palavra certa -, tentando um cargo eletivo.

    Não nos digladiamos mutuamente, mas a falta de unidade nos enfraquece e ao final do processo saímos todos com poucos votos e quase nenhum eleito.

    Somos uma categoria de líderes, desde o soldado até o posto de coronel. Disciplinamos homens, mas não nos fortalecemos politicamente. Resulta que somos e estamos sendo governados por civis que buscam solidificar suas já consolidadas posições econômicas e sociais. Como empresários, governam com visão capitalista, impondo a todos nós militares apenas o que parece conveniente para eles.

    Sem representatividade política, nenhuma categoria terá poder de barganha.

    Nossos comandantes das Forças Armadas perderam os ministérios, em nível Federal, e o status de Secretários de Estado, em nível Estadual, também nos foi tomado.

    Não pregamos o retorno a um processo que se desenvolve. Queremos, apenas, um pouco mais de representatividade e a verve política é uma das facetas para este desiderato.

    Assim, coronel e amigos militares, que nos unamos em torno de um único candidato, massificando entre nós e em nossa tropa, sem que nos esqueçamos das nossas famílias, que essa é uma forma legal de lutarmos pelo PODER.

    Boa sorte, coronel!
    Vai dar tudo certo!

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