domingo, 18 de outubro de 2009

Memória Institucional; uma responsabilidade histórica.

Saber o histórico de vida de uma pessoa é muito mais do que o simples conhecimento das atitudes realizadas por alguém ao longo da vida. Pode representar a fronteira que separa a confiança da incredibilidade. É assim que acontece – ou pelo menos deveria acontecer – na política. Alguém com a vida pregressa jamais obteria a confiança popular suficiente para se eleger. Nas empresas, a coisa funciona também assim, um funcionário, algum cliente ou um potencial investidor jamais conseguiriam trabalhar ou apostar naquela empresa se souberem que de alguma forma ela não passa a segurança suficiente para que isso ocorra.
É por isso que a Memória Institucional se faz de extrema importância. Para o jornalista, mestre e doutor em Comunicação, e autor do livro Relações Públicas na construção da responsabilidade histórica e no resgate da memória institucional das organizações, Paulo Nassar, “a responsabilidade histórica é a convergência entre todas as responsabilidades: a social, a cultural, a ambiental, entre outras. Por meio das tecnologias atuais, os públicos são capazes de selecionar o que há de bom e de ruim no passado da empresa, e como ela vem impactando a sociedade nos mais variados aspectos”...

Por Antonio Pedro Aragão
5ºperíodo de jornalismo

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